Dica de Site: Ser, uma viagem em busca da Felicidade
Recentemente meu irmão Mauro Lages, que mora em Rio Grande (lá, coladinho com o Chuí) me falou que outro irmão seu, designer e fotojornalista, estaria deixando a capital para um “giro pelo norte” e pedindo o meu apoio por aqui no “nortão”.
Assim conheci Henrique Manreza que estará documetando esta sua viagem no blog SER. A viagem, sem prazos ou roteiros definidos, leva a busca e documentação da Felicidade, Simplicidade e do Sorriso.
O site está ainda começando, pois a viagem só começou na mente de seu idealizador, mas no final do mês ele estará por aqui.
Já sugiro que vocês visitem o site, pois tenho certeza de que em breve vai ter muita coisa legal por lá.
http://www.manreza.com.br/ser/
E se quiserem uma prévia da qualidade das fotos, cliquem nestes sites:
28mm.com.br – A Fotografia nunca foi tão on line
Henrique Manreza – Fotojornalismo
Planta fotogênica: Urucum
O urucum, do tupi uru-ku (vermelho), é muito utilizado nas aldeias em Roraima. Embora não façam mais pinturas como acontecia com os Kaiapó, o corante é utilizado em refeições, sendo bastante frequente as árvores com seus frutos avermelhados espinhudos ao redor das casas
Nome científico: Bixa orellana
Fotos na Aldeia Pacu
O chá das sementes tem ação digestiva e expectorante, com ação laxante. A infusão das folhas também atua contra bronquite, faringite e inflamação dos olhos.O pó é digestivo, laxante, expectorante, febrífugo, cardiotônico, hipotensor e antibiótico, agindo como antiinflamatório para contusões e feridas. As sementes são expectorantes, utilizadas em moléstias do peito. O urucum também é utilizado para afecções do coração. A tintura do urucum é usada como antídoto do ácido prússico (veneno da mandioca).
fonte: http://www.cotianet.com.br/eco/herb/urucum.htm
Estas fotos são antigas, do preparo do urucu para pintura entre os Kaiapó.
O velho da velha Roraima
Há algum tempo atrás recebi um verdadeiro presente do amigo Carlos Moura, que viveu por um bom tempo em Roraima e agora está no ES.
Ele transformou a foto do seu Natalino (IA 72) e deixou-a com um visual único. Estava há muito tempo para postá-la aqui, mas a correria sempre me atrapalhava.
Agora está aí. Espero que gostem.
Obrigado Carlos!
Altamiro
Primorosa a foto do Seu Natalino… que figura.
Tomei a liberdade de brincar um pouco e torná-la atemporal. Coisas do GIMP 2.6.
Abraço na família!
Saravá!
Carlos
Framboesa com Chocolate: outro refrigerante exótico da Guyana
A Guyana não cansa de me surpreender em matéria de refrigerantes. A I-Cee, maior fabricante de refrigerante local (aquela que tem os refrigerantes de Banana, Gengibre e “Big Red” lançou o Raspberry Chocolate como seu “flavor of the month” – sabor do mês, como está orgulhosamente escrito no rótulo.
Para os que não entendem inglês seria o refrigerante de Framboesa e Chocolate. Mas como é isso? Pois é. Exatamente o que eu nem sabia e nem conseguia imaginar.
A cor é dourada, pouco mais escuro do que guaraná antártica. O cheiro lembra tubaína. O sabor… hum… quando o olfato diz que encontraríamos uma bebida muito doce, temos logo uma surpresa, pois o sabor é suave, eu diria até discreto. Se você enche um pouco mais a boca percebe um leve toque de chocolate.
Sim, desta vez os caras se superaram… o refrigerante, como dizem os enólogos, tem “notas” de chocolate, discretas, mas bem perceptíveis, no sabor do refrigerante. E eu nunca imaginei que pudesse existir refrigerante de chocolate.
Esta aí o sabor: Raspberry Chocolate e of “flavor of the month”.
Refrigerante de Chiclete: Impressões do que provei
Imagine um bom e velho chiclete de tutti-frutti, tipo Ping-Pong, Ploc ou Bubaloo. Depois imagine um hipotético suco deste chiclete com bastante gás. Pronto, você já sabe como é o refrigerante de chiclete: Chubby Bubble-Gun. Pois é, não contente com os sabores exóticos da marca I-Cee, os guyanenses importam de Trinidad Tobago esta pérola dos refrigerantes.
Cor rosa-pink, gosto de chiclete, cheiro de chiclete, é um refrigerante perfeito para agradar crianças e formigas, mas extremamente desaconselhado para diabéticos e para os que tem o paladar mais refinado.
Imagens de Boa Vista 6 – Igrejas de Boa Vista
Embora não sejam grandes, Boa Vista tem várias igrejas bonitas ou, no mínimo simpáticas.
Por dentro nenhuma é rica. Quem está habituado com as igrejas de Minas, Bahia ou do Rio de Janeiro vai estranhar, mas… vale a visita!
Igreja Matriz Nossa Senhora do Carmo
Construída por Beneditinos alemães em 1909.
A cor é original, bemdiferente, mas dá um efeito interessante.
Igreja de São Francisco
Imagens de Boa Vista 5 – Portal do Milênio
Para celebrar o ano 2000 foi criado em Boa Vista o Portal do Milênio, na Praça das Águas, área de lazer onde pais vem passear com seus filhos nos finais de tarde dos finais de semana.
Embora seja uma estrutura muito simples, chama a atenção. Logo os supersticiosos criaram a lenda de que passar por baixo do arco é garantia de um milênio de coisas boas.
Imagens de Boa Vista 4 – Estátua do Garimpeiro
Sempre me deixa triste a idéia de um garimpeiro como símbolo de Roraima. Embora seja um personagem marcante na constituição do Estado, o garimpeiro vem para se enriquecer e ir embora. Esta é a idéia, de não ter vínculo outro que o dinheiro não me parece muito simpática.
Apesar desta opinião pessoal, a Estátua do Garimpeiro, que fica na frente do palácio do governador, no Centro Cívico, é muito bonita e fotogênica. Sempre levo as pessoas para conhecerem – e fotografarem.
Imagens de Boa Vista 3 – Av. Ville Roy
A Avenida Ville Roy é uma das principais de Boa Vista. Ela atravessa o Centro Cívico, Centro da cidade onde estão localizados o Palácio do Governo, Assembléia Legislativa, Biblioteca Pública e Diocese de Roraima.
Boa Vista é uma cidade planejada, em forma de leque, com ruas amplas e cruzamentos organizados por rotatórias.
Em rosa a Av. Ville Roy, da primera foto.
No círculo azul o Centro Cívico, de onde parte o leque. As avenidas principais estão em paralelo ao Rio Branco (azul).
No pontinho preto discreto… minha casa!
Imagens de Boa Vista 2 – o rio Branco
Muita gente confunde Boa Vista com Rio Branco, capital acreana devido ao nome do rio que banha a cidade, o rio Branco.
A capital acreana tem seu nome devido ao Barão de Rio Branco, e é banhada pelo rio Acre (veja a história em Onde está o rio Branco?).
Boa Vista, as margens do rio Branco. Ao fundo a ponte dos Macuxis, na estrada que leva a Venezuela.
A cidade se espalha sem prédios, o que ainda garante uma brisa do rio. O futuro será quente, pois os prédios pouco a pouco começam a brotar.











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