Impressões Amazônicas 65 – Monte Roraima

Bem vindos ao Monte Roraima, um universo paralelo no topo do Brasil, onde você pode jogar fora suas referências, padrões e idéias pré-concebidas, pois estará penetrando em um mundo novo, onde os veículos são suas pernas, as estradas não existem e onde rios surgem dos céus. Esta é a versão integral do texto que enviei resumido pela minha mala direta… Afinal, não é bom encher a paciência e nem a caixa postal dos amigos… :  )

Abraços,Altamiro

1º Dia

Estou em Paratepuy, comunidade de índios Pemon, de onde inicio minha jornada ao topo do Monte Roraima, morada de Makunáima, deus dos indígenas desta região onde se encontram Brasil, Guyana e Venezuela.

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Entramos pela Venezuela, no Parque Nacional de Canaima. Somos seis brasileiros (eu, Lídia, Maurício – já em sua segunda subida, Kesia, Marco e Vitor, de 15 anos), com um guia e três carregadores. Conosco seguem espremidos na traseira da Toyota Land Cruiser mais um guia e dois companheiros que nos acompanharão: Mauro, o “Gringo”, argentino rodando a América do Sul e Alfredo, italiano radicado na Alemanha, 65 anos, o mais experiente e mais animado do grupo, escalador, ciclista, praticante de rafting e que mantém o espírito fazendo yoga, tai-chi-chuan e pilates.

Apertados na Toyota…

Tudo pronto para a saída!

O desafio inicia após o almoço. Começar é fácil, pois é só dar o primeiro passo. O problema é quando o primeiro passo é para cima. E o segundo, o terceiro… e lá fomos nós morro acima, morro abaixo, muito mais para cima do que para baixo. Nesta região do planeta não inventaram uma estrada plana.

O consolo é ver dois enormes tepuis, as montanhas sagradas em forma de mesa: o Kukenan e o Roraima. O Kukenan segue a nossa esquerda, maciço, todo visível, se destacando contra o céu azul. Já o Roraima está a nossa frente, uma meta a ser alcançada. Ao longo do dia, pouco a pouco se aproxima de nós, mas tímido, se esconde sob uma coberta de nuvens e não conseguimos ter idéia do seu tamanho. IMG_7415

Os carregadores, aqui chamados porteadores, nos impressionam. Carregam cerca de 20kg. Jefty, 14 anos, ainda franzino é um deles. O que no Brasil seria queixa no Conselho Tutelar, para as comunidades indígenas da região é garantia de dinheiro no bolso igual ao de gente grande. Ele só trabalha nas férias, mas já é sua vigésima subida e embora siga com uma “bota sete léguas”, aparentemente desconfortável, anda no mesmo ritmo dos demais carregadores, bem mais velhos.

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Este é Jefty em ação.

Como recebem diárias, alguns fazem até duas viagens por dia até o acampamento base, sem parar, verdadeiras formigas humanas com os jamaxis carregados de tudo que se pode imaginar: comida, barracas, bancos, filmadoras e até as mochilas de alguns viajantes que preferem carregar somente seu peso.

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No final da tarde chegamos ao Acampamento do Rio Tek. Por todo lado já se espalham as barracas de diversas equipes que sobem e outras que descem.

Como os carregadores já montaram as nossas barracas e preparam a comida, a tarefa agora é outra, para mim mais difícil do que a caminhada: tomar banho. Venta, tem pium e a água desce fria das montanhas. Ou melhor, muito fria.

Banho, janta, cama e… até amanhã.

2º dia

Acordo impressionado com a confusão de idiomas e sotaques. A maioria por aqui é de estrangeiros. Nosso vizinhos de barraca, poloneses, saem cedo, com ritmo militar. Um grupo de japoneses, quase todos já na terceira idade, saúdam o sol e se aquecem antes de iniciar a descida de retorno. Há apenas um outro grupo do Brasil, com gente de vários estados. No café da manhã temos café com leite, chá, sanduíche, omelete e bollo, um bolo de massa cozido no leite.

A caminhada é dura, mas pouco a pouco o Roraima se torna mais simpático e nos permite que o vejamos por inteiro.

Seu topo é nosso objetivo. O problema é que no caminho há um paredão, e parece difícil imaginar como subiremos. Atravessamos um rio, passamos por uma igreja de pedras construídas por padres europeus (afinal a fé remove montanhas, mas também as conquista!), outro rio, e voltamos a rotina de subir muito e descer um pouco, sob o escaldante sol equatorial e sem as imaginárias florestas. Estamos na terra do lavrado, onde a mata só existe nas margens dos rios. Para piorar os indígenas Pemon são chamados por alguns de “Queimón”, pois tem o hábito de queimar a vegetação continuadamente para que “cresça mais forte”. Isto poderia ser real quando eram nômades, mas hoje com a fixação, não serve para nada além de esgotar a terra…

A igreja… o rio… e no fundo sempre o Kukenan e o Roraima… não tem preço!

É fim de tarde quando chegamos ao acampamento-base. A nossa frente somente o paredão. Acima de nós o céu. Olhando o Roraima chego a suar frio. Serão cerca de 400m em linha reta, mas que representarão quase um quilômetro de subida. A chegada ao topo só é possível de três formas: escalando cerca de oito dias pendurado na rocha, de helicóptero ou por uma fenda, presente de Deus para que pudéssemos apreciar sua criação. Chove lá no alto e um arco-íris despenca sobre nós. Acho que é um bom presságio e vou dormir tranqüilo.

São dez horas da noite. Estou acordado na barraca. Fui acordado por uma moça de longos cabelos, chamada Cruviana. Ela faz um barulho terrível e sacode as barracas sem dó. Cruviana é uma entidade mítica dos Macuxi. O balanço de seus cabelos faz surgir um vento intenso que percorre todo o lavrado e chega a carregar as pessoas. Acredito que seja verdade, pois o silencio absoluto da noite repentinamente foi tomado por uma orquestra de barulhos. O vento assobia, sopra, chega a uivar. As barracas tremem, as lonas chacoalham e estalam. Areia e folhas dançam de um lado para o outro. Não dá nem coragem de sair. Após algumas horas ela se vai. Por encanto. A paz volta a reinar e consigo retomar meu sonho com o topo no alto do arco-íris.

3º Dia

Acordar, café da manhã, desarmar barraca, arrumar mochila… correria. Mal dá tempo de fotografar os passarinhos que vem mordiscar o resto de nossos sanduíches e mesmo assim somos o último grupo a sair.

Logo minha única visão é o pé do meu companheiro de frente ou por vezes sua mochila. Acima a visão é assustadoramente única… o paredão que se estende ao céu. Ainda não acredito que chegarei lá.

Na metade do caminho vemos pedras desmoronadas ao lado de um trecho com uma espécie de corrimão. O guia nos adverte: “Cuidado. Estas pedras vem todas lá de cima. Segurem no corrimão e passem correndo. No mês passado um carregador foi atingido e teve que ser resgatado pelo helicóptero”. Não quero andar de helicóptero e então atravesso o trecho como se fosse velocista olímpico.

Continuamos subindo. Olho pra cima e pergunto… Esta subida não acaba não? Pois é… como dizem os americanos, “no pain, no gain”. E temos a dor, mas também alegria, pois há dois mirantes que dão idéia de como andamos rápido, pois permitem ver o paredão diminuindo e, ao longo o acampamento base, ficando cada vez menor.

Chuva. Não pode ser, o sol brilha e o céu está azul. Pingos grossos que bailam no vento formando uma cortina. Na verdade estou dentro de uma cachoeira. Uma das cachoeiras gigantes do desenho UP, que descem das montanhas, e que para minha sorte não está muito intensa, ou acabaria encharcado.

O paredão sumiu. Cheguei!!! Cansa mas vale a pena. A água da cachoeira e o suor misturados ao vento fazem uma mistura congelante, e com todo sol sou obrigado a apelar para um agasalho. Logo percebo uma das primeiras máximas da montanha. Aqui em cima há somente dois climas: quente – sob o sol e frio – em todos outros lugares, especialmente quando chove.

Não dá vontade de parar de fotografar e “namorar” o abismo, percorrendo com a visão toda nossa caminhada. Uau! Tenho certeza que você iria adorar ver isto. Não há como não gostar. Os paredões despencam de forma dramática. O “irmão menor” Kukenan enche nossos olhos.

Mas o guia nos chama… Ainda vamos andar mais. Diferente do que acontece em outros lugares onde após a conquista do pico se desce, aqui há muito que ver e fazer, e ficaremos quatro dias neste outro mundo, outro universo. Mais uma hora de caminhada após o local de almoço, onde iremos acampar esta noite.

O topo do Roraima possui várias elevações de rocha, como se fossem “topos no topo”. Abaixo de alguns destes topos formam-se covas, conhecidas como “hotéis”, onde os diferentes grupos armam suas barracas para passar a noite. Os indígenas dizem que nestas covas viviam dragões e serpentes que tornavam esta uma montanha proibida. Um dia após o sumiço de um indígena, sua esposa foi procurar o pajé mais poderoso da região. Ele conseguiu prender parte dos dragões em uma grande caverna e expulsou os demais para outras montanhas. Ainda hoje há tepuis em que nenhum indígena ousa chegar perto. Entre nossos carregadores é unânime que certas montanhas são somente para as feras.

A cruviana de ontem, aquele vento doido, também é explicada pelos indígenas: guias inexperientes lavaram pratos com pimenta no rio, o que é terminantemente proibido. Tabu. Pratos e panelas com pimenta devem ser primeiro lavados com papel, e só então com água. Tá explicado.

4º Dia

Andamos o tempo todo, e o que achávamos que iria acabar ao chegarmos aqui continua: subimos e descemos. Compensa pois os cenários são deslumbrantes e se sucedem, fazendo com que cada trecho seja único. As formações rochosas são distintas umas das outras com seus múltiplos formatos, as plantas são únicas, com alto grau de endemismo (ou seja, só existem aqui). É difícil descrever o que vejo, e nem com mil fotos conseguiria expressar a grandeza e riqueza de cenários.

Darth Vader

Águia

O Roraima é velho. Muito velho. Os cientistas dizem que estas montanhas faziam parte do Continente Único, de milhões de anos atrás. Ao redor do topo de cada uma destas montanhas havia mar, eram ilhas. O mar baixou, mas os topos continuaram isolados, agora ilhas cercadas de nuvens. Não há dúvida que efeito de milhões de anos é capaz de muitas coisas… e velho deste jeito o Roraima tem rugas e cicatrizes. As dobras da montanha criam formas conhecidas: esquilos, macacos, cachorros, tartarugas, carros, índios e até Darth Vader.

Andamos sobre um chapadão de pedra plana. Pouco depois as pedras formam “cogumelos” e para caminhar temos que saltar de um para outro. Surgem rios do nada, bênçãos das chuvas e da umidade intensa da região. A água translúcida, com paciência cava buracos nas rochas mais frágeis e nos oferece locais para banho: jacuzzis naturais, infelizmente sem sistema de aquecimento. Andamos sobre areia fina, lavada das rochas de arenito. Passamos por um labirinto de pedras escuras esculpidas da nossa altura.

Jacuzzi… água límpida e gelada! Fundo de cristais.

Labirinto de pedras.

Nos “hotéis” sou apresentado ao maior inconveniente da viagem. Somos hóspedes da natureza e como tal não podemos poluir. Em nada. Nem mesmo com nossos dejetos mais pessoais… assim o guia nos instrui sobre como “fazer em um saquinho”… Acho que dá para entender, não? O saquinho é armazenado em uma espécie de pequeno balde de viagem. O carregador é o “homem bosta”… Tudo pela natureza.

A noite é fria. O céu é estrelado. A cruviana deixou estes dois dias no cume sem nuvem alguma, mas trouxe frio – muito. Não vejo a hora de jantar e… dormir, esperando as novidades de amanhã! Agradeço a Deus a oportunidade que estou tendo.

5º Dia

Minha barraca já foi armada em um pequeno “hotel” na encosta de outro monte, o “hotel dos cristais”. Aqui é pequeno e viemos para ficarmos mais perto do Vale dos Cristais. A minha barraca só tem 3 pontas fincadas no chão. A quarta está flutuando, solta no céu… Não é a sensação de maior segurança no mundo, mas como diz o ditado, “tudo vale a pena se a alma não é pequena”. Que a minha alma flutue esta noite!

O Vale dos Cristais é um daqueles lugares em que qualquer tentativa de descrição não chega perto do que vemos e sentimos. Caminhamos sobre uma infinidade de cristais que formam caleidoscópios no chão. Algumas pedras partidas mostram de onde vieram os cristais. Não vou mentir que a tentação de levar um para casa é grande, mas isso seria desrespeitar a casa onde estou sendo tão bem acolhido. De frente para o hotel há também uma “jacuzzi” com piso de cristal cerca de 10 metros abaixo da minha “varanda”. Sou privilegiado.

Sim… tudo isso branco é cristal!

Chegamos aqui após todo o dia de caminhada. Já falei das formações rochosas. Algumas lembram Sete Cidades (PI). Outras o Vale da Lua (GO) ou a Chapada dos Veadeiros (MT). Sempre há referências, mas o diferencial é que aqui tudo se junta em um único lugar. Quanto mais andamos, mais diferentes são as formações, que parecem não se repetir. As vezes a rocha parece ser formada por bolhas de pedra que subitamente se solidificaram. Depois surge uma passarela de cristais róseos (aliás os cristais se espalham para todo lado, sempre tem um aqui e outro acolá) , ou um caminho com vários buracos na rocha, como formados por pingos de chuva gigantes.

Cada lugar é bem diferente do outro.

Hoje chegamos ao ponto tríplice, onde Guyana, Venezuela e Brasil se encontram. Deixando o ufanismo de lado questiono como um lugar destes não é na verdade um Patrimônio da Humanidade. Até quando precisaremos de marcos e divisas?

Na aridez da montanha qualquer dobra na rocha se torna um oásis. Primeiro acumula-se areia dos blocos de rocha que se esfacelam. Depois vem pequenas plantas, musgos, bromélias, todas adaptadas a altitude e oscilações de temperatura. Vida que brota onde menos se espera, formando ilhas de vegetação.

Legal aqui é que é tudo tão grande e distante que quase não vemos outras pessoas. Há sempre uma visão única, um abismo estonteante, uma formação sem igual.


6º dia

Nosso guia é Jaime Rodrigues – 417 subidas ao Monte (provavelmente 419 ou 420 quando você estiver lendo este texto), 23 filhos reconhecidos, falante de 5 línguas. Jaime é um cara de tantos superlativos quanto o Monte Roraima. Preocupado conosco está sempre de olho em todos, inclusive nos porteadores, a quem trata com carinho e procura sempre ensinar: “Sirva primeiro as mulheres”, ou “Sempre fiquem por trás dos turistas na beira dos abismos para protegê-los”. Jaime é indígena Wapixana, nascido na fronteira da Guyana, registrado em Bonfim e que hoje mora com os Pemon na Venezuela, onde estão seus cinco filhos mais novos, inclusive Jefty, o carregador de 14 anos. Ele consegue estar ao mesmo tempo em todos os lugares. Puxa a caminhada, incentiva os mais lentos e pouco depois mostra pontos curiosos nas rochas. Filho de pajé, faz também rituais indígenas antes do começo da caminhada e rituais de cura em quem sente dor. Tenho certeza que ele conhece passagens secretas que o levam de um lugar a outro enquanto nós meros mortais temos que caminhar o tempo todo.

As longas caminhadas com mais de 12kg nas costas tem cobrado o seu preço, e o meu ritmo, assim como o dos demais, é nitidamente menor. O sol que nos ajudou o tempo todo hoje começou a se esconder. Subitamente vem a neblina e tudo some. A visão se restringe a pouco mais de cinco metros. Adeus abismos, adeus topos, adeus tudo. Temos que andar com o máximo de cuidado, pois é fácil se perder.


Dá pra ver a névoa chegando…

… e aos poucos fechando tudo.

Nos caminhos o segredo é sempre seguir a “trilha branca”.

O caminho mais pisado desgasta a rocha que fica com um aspecto mais claro. Lembra o caminho de Oz em sua versão albina. Um passo de cada vez. Sempre. Ignorando bolhas, sol, frio, chuva, dores. Superar os obstáculos aqui é um exemplo para a vida, pois nos mostra que temos a capacidade de enfrentar qualquer desafio.

Agora estou no ponto mais alto do Monte Roraima. O cenário, mais uma vez é único, e mesmo aqui, bem perto do céu, encontramos plantas de vários tipos. No imenso platô abaixo de nós se espalham outros cumes, gigantes de pedra que não fazem frente ao nosso mirante. Atrás de nós um abismo sem fim, pois a mata está escondida pela névoa que sobe e aos poucos nos alcança. Não há vento. Se é um consolo por diminuir o frio, não espalha as nuvens. Aproveito para orar, agradecendo a Deus e aproveitando para enviar energia para este lugar, para todos que amo, inclusive você.

Místicos dizem que Francisco de Assis habita este lugar, enviando sua energia para todo o mundo, protegendo a natureza. Não sei se é verdade, mas a energia sem dúvida impregna cada centímetro deste lugar onde a vida brota por todo lado.

Perdido nestes pensamentos começa a chover. Nos abrigamos em uma pequena loca, pouco abaixo do cume onde a chuva não nos atinge, de onde podemos apreciar toda força da natureza.

A chuva não parou e descemos assim mesmo, afinal para baixo todo santo ajuda e a fome já apertava. Logo chegamos nas barracas. Vir ao Monte Roraima e não pegar chuva não é vir ao Monte Roraima.

Agradeci pela nova experiência e também pela água ter enchido a Cachoeira Kukenan, no tepui vizinho, considerada uma das dez mais altas do mundo. Chuva de verão não dura tanto, e logo tínhamos a visão privilegiada do véu da Kukenan.

Visão para poucos, que fui conferir na beira do abismo antes de seguir a Caverna de Waxaro, onde caminhamos cerca de 100 metros, penetrando no interior do Roraima e seguindo um pequeno rio subterrâneo que acabava se dividindo em duas cachoeiras de cerca de dois metros em um amplo salão.


Este foi o fecho de ouro de nossa jornada, pois amanhã bem cedo iniciaremos a nossa jornada de dois dias morro abaixo. Legal aqui é que é tudo tão grande e distante que todo este tempo quase não vemos outras pessoas. Há sempre uma visão única, um abismo estonteante, uma formação sem igual. Assim todo mundo se espalha e há uma sensação quase que de privacidade, ou seja, o Monte Roraima são tantos que cada um tem o seu.  O meu é este, que dividi com vocês.

Beijo no coração,
Altamiro

 

ps – Agradeço ao mais novo velho amigo de sempre, o jornalista santista (mas corintiano) Marco, leitor das Impressões Amazônicas e que se materializou em Boa Vista com o convite de irmos ao Monte Roraima. Obviamente uma proposta imperdível!

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Para fechar… foto em família!

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47 comentários em “Impressões Amazônicas 65 – Monte Roraima”

  1. Alta, que belo relato. Assim como o Moaci, também já assisti e li incríveis relatos sobre o Roraima, inclusive o filme do simpático Russel que, quando cresceu, adotou o nome de Mauro Lages =P

    Enfim, já a algum tempo guardo a vontade secreta de conhecer esse lugar. Você é um dos poucos a saber, portanto não espalhe. Quando eu for te aviso, às vezes vá querer retornar a este santuário descrito.

    Conversando com escoteiros venezuelanos, eles dão muito valor a este pedaço de mundo, talvez mais do que nós, brasileiros. Nada de novo né?

    Mais uma vez parabéns pelo texto! Este merece um capítulo à parte no livro “Impressões Amazônicas”.

    Abraço fraterno.

    Winder

  2. Altamiro, sou fã de carteirinha da sua forma de escrever. Poderia ler “quilômetros” das suas linhas. Grata surpresa poder ver as fotos dessa maravilha, tão desconhecida por nós. Forte abraço@

  3. Altamiro:
    Obrigada por compartilhar como teus leitores essa aventura linda. Assim nós tambemviajamos, ainda que através das fotos edo teu texto (nem todos teus leitores tem essa vitalidade necessária…;).
    Bjs no coração.

  4. Olá Altamiro!
    Curti demais suas fotos e mais ainda a maneira como descreveu toda a aventura.
    Ficou fantástico!
    Só serviu para nos instigar ainda mais a subir o Monte Roraima… Será uma experiência que viverei em breve!

    Um grande abraço pra vc e para Lídia.

    Franciane

  5. Fala Samigoooo, Show de bola essa sua jornada!!!!! Lembre-se sempre dos seus Brothers Scouts nesses locais lindos, e reze por todos pois a vida aqui está bem diferente dessa. Grande abraço e um aperto de canhota…..

    Sempre Alerta.

    Flavinho madureira

  6. Grande Altamiro,
    Que maravilha de jornada. Um sonho para todos nós, escoteiros.
    Obrigado por nos oferecer a oportunidade de ir contigo ao Monte Roraima, pois me senti lá, com a tua narração e as fotos belíssimas.
    Abraçso e até breve.

  7. Oi, Altamiro!
    A gente não se conhece, mas uma amiga me encaminhou o e-mail adiante e não pude deixar de vir te agradecer pelas lindas imagens e pela delicadeza e sensibilidade com que você nos apresentou a elas.
    Obrigada,
    De coração.
    Rosane

  8. Altamiro !

    A criação de DEUS é perfeita, e você recebeu dEle um dom para aprecia-la. parabéns você é um guerreiro, essas imagens são realmente magnificas.
    Grata.

  9. Ai muito Sol e aqui muita chuva, o tempo aqui esta de inverno, frio e muita chuva e a tipica garoa de SP, gostei muito do email sobre a expedição ao Monte Roraima, parabens…
    Abs
    Padilha

  10. Olá Altamiro :Que emocionante , que fantástico, que natureza, que magnífico, um grande obra de Deus.Parabéns pela reportagem e pela viagem.Ja falei para você, escreve um livro. Um grande abraço para familia .
    Adorei.Chang

  11. Altamiro,

    Adorei, simplesmente apaixonante! Que lugar belíssimo, que experiência maravilhosa você teve. Obrigada por te-la compartilhado conosco.
    Avise quando passar por aqui,
    Saudades,
    Silvinha

  12. Altamiro
    Que percepção vc tem pra nos passar seus relatos, consigo sentir como se tivesse indo para o Monte Roraima, que lugar fantastico, natureza linda e exuberante. Obrigada por nos enviar seus relatos e suas vivências, sinto-me muito gratificada e feliz quando chega suas impressões.
    Abraços.
    DEUS vela e consagra todos seus dias.

  13. Uau !
    O texto intercalado com as fotos ficou demais !
    Cara, agora não tenho de abrir as fotos em anexo para acompanhar o texto. Muito legal !
    Só uma coisa, maninho, eu sempre soube que você andava a um passo do precipício, mas sentado é demais – rsrsrs

    Abração,
    PS: Vai pensando, aí, em uma edição especial das IA 100 !

  14. Olha é de perder o folego só em admirar as fotos e ler esse texto que para mis já é um documentário.
    É tudo muito belo, belo, belo belo……..
    Parabéns , agradeço de coração o que você esta proporcionando . obrigada

  15. Altamiro
    Adoramos as notícias do Monte RR
    O que reanimou nossa vontade de ir que se encontrava escondida sob a falta de coragem, d tempo, d deixar as crianças . . . Mas as fotos e descrições reanimaram de vez nossa vontade. Vamos iniciar o preparo físico k k k

    AS FOTOS estão incríveis.
    Nao perca a oportunidade de enviar a foto do paredão com arco-íris (ainda tem hífen??) para algum concurso importante. GANHARÁ.
    Acho q a da águia também, identifiquei antes de ler.

  16. Altamiro,
    Muito legal o passeio e as fotos…
    Realmente dá vontade de largar tudo e fazer uma aventura dessas. Pena que seu primo é urbano demais para criar disposição para essas viagens… Vou pegando carona contigo.
    Abração,
    Pedro

  17. Hei meu chefe sempre alerta, este é um dos meus desejos subir o MONTE RORAIMA, convide-me da próxima vez…

    SILVA, Cleudson de Oliveira

  18. Muito legal da mais vontade de conhecer o monte Roraima…legal mesmo
    Parabens …como vc diz nada é comparado com a natureza uma obra
    impar… abraços adorei ler viu li tudo rsrsr beijao

  19. Bom Dia!!!
    A cada email seu, fico mais e mais impressionada com as belezas dos lugares encontrados e com a alegria com que você compartilha conosco!
    Muito obrigada!!!!
    Grande beijo!
    Helga

  20. Altamiro,
    desde quando vim para o norte tenho vontade de fazer uma visita ao Monte Roraima.
    Depois que vi o filme Up, fiquei ainda com mais vontade.
    E seu relato só serviu pra aumentá-la ainda mais! Adorei!
    Vou começar a mobilizar uns amigos para fazermos esse roteiro.
    Abraços,
    sempre alerta!
    Flávia

  21. poxa como é q vc tens coragem dde me mandar isso….q me matar d inveja é…….kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    simplismente magnifico!!!!!!!!
    quando eu crescer vou ter uma blog desses.

    um abracao meu grande amigo.

    Daniel Carvalho

  22. Olá, Altamiro, obrigada por compartilhar mais esta aventura! Tudo muuuito lindo e o seu relato e fotos dão um pouco de noção do que rola por lá.
    Abraços paulistanos
    Lígia

  23. Altamiro,

    Muito boas as impressões. Estou encaminhando para um amigo em Boa Vista que tem atuado também no progresso da região.

    Sempre alerta!

    Átila Pessoa

  24. Alt,
    Putz, ainda mais chateado de nao ter podido acompanhar vocês nessa, depois da descrição.
    Tomo liberdade de repassar para outros amigos, apreciadores de caminhadas, para informação.
    Na proxima, me aguarde. Ainda tiro umas férias para ir te visitar ai por cima…
    abracos
    RG

  25. Amigo, bom dia.

    Foi uma bela aventura, não ? Quando passávamos pelo Monte Roraima, ficava imaginando se eu conseguiria fazer o percurso.
    Meu Deus, como é lindo…até parece que ele nos acompanhava e não queria que o perdêssemos de vista.
    Obrigada, por compartilhar comigo essa maravilhosa experiência, você é 10 !!!
    Abraços

    Edna

  26. Olá
    Alty
    Saudades!

    obrigado por nos dar + esta lição de (qualidadd de) vida >>>

    uma sugestão-zinha , pq me foi dificil entender q a feh conquista as montanhas, >>> sugir — nao eh nome de japones!! — substituir a adversativa (mas) pela conectiva (e) >>> foi uma excelente forma de fixar o lado positivo: pincipio budista do relogio do sol: soh ver o lado positivo das pessoas, coisas e fatos/fenomenos.

    europeus (afinal a fé remove montanhas, mas também as conquista!)

    adendo:

    “… e tb as conquista”

    inteh !!!

    Gratíssimo .’.

    Olair Rafael Seeemmpre Melhorrr
    Jacareí-SP – Brasil

  27. LINDO!!!!
    Resolvi ler seu email num pequeno intervalo entre meus afazeres domésticos (diria maternos talvez) e um descanso merecido… Acho que não poderia escolher hora melhor, não esperava este “descanso” pra minha mente e esta co-participação na sua viagem.
    Obrigada Altamiro por descansar minha alma com seu relato e suas fotos. Dormirei com água na boca sonhando estar no Monte Roraima, quem sabe um dia….
    Saudades!!!!
    Beijos,
    Silvinha

  28. Maravilhoso relato.
    Quero ir um dia..

    Legal o detalhe da camiseta do JamPan 2005, com aquele sol bonito…está mais alto no horizonte, como se fosse parte da esplêndida vista…
    Não foi de propósito, mas ficou genial.

    Forte abraço,

    Bolivia

  29. Oi Altamiro, como sempre as suas peripécias são imperdíveis rs. Que lugar mágico… adorei e quem sabe um dia irei lá? um beijo carinhoso, tia Isolda

  30. Altaaaa …

    Vc se suoerou com essa última impressões amazônicas, sobre o monte roraima …. show de bola e absolutamente a melhor de todas …amei.

    parabéns, bjs mari

  31. Obrigada pelos seus lindos relatos e fotos incríveis! Pra quem sonha com o Monte Roraima há tempos ler um relato com fotos pessoais é um alívio. Vc me ajudaria a programar a minha viagem me informando como vc conseguiu seus guias? Vc contratou uma empresa? Ando procurando e encontrei a Roraima adventures…me dá uma luz!!! obrigada.

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