As modernidades desastrosas nas aldeias

Gisely, 15 anos, parece já ter escolhido o futuro. Piercing na sobrancelha, unhas coloridas, a menina é vaidosa. Estuda ali mesmo, adora as aulas na videoteca, mas reclama que a escola não tem internet, como em outras aldeias da região.
Flores parabólicas se alimentam da energia dos postes, espalhando novelas, futebol e modas para a comunidade. Se os avanços que a energia traz são inquestionáveis, e não sabemos mais viver sem eles, algumas novidades a que, aparentemente nos habituamos, são dispensáveis – como a cantina da escola, que vende bombons, chicletes, balas e pirulitos.

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IMG_0087 Imagem rara. Um curumim mais gordinho.

IMG_0088 Olha o pirulito!

Este post é parte das Impressões Integrais 89

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Uma opinião sobre “As modernidades desastrosas nas aldeias”

  1. Evidente que tudo que progride sofre influências colaterais desse mesmo progresso. É assim, desde os primórdios, ou Satanás não haveria se rebelado querendo ser maior do que o CRIADOR…
    São ossos do of´[icio, amenizar tais perplexidades…. JESUS está aí para julgar e ajudar. Cremos e por isso seremos salvos!!!!

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