Meu amigo, tuchaua da Aldeia Banco

Aldeia Banco (não tem dinheiro… Banco por causa do banco de areia que o rio faz aqui por trás). De repente escuto uma voz grossa: “Doutor, bem que o senhor disse que um dia ainda ia chegar por aqui!”. A alegria era nítida no rosto do tuchaua Constäncio, pai do Roenison, paciente do tempo que trabalhava na Casa de Saúde do Índio, que teve calazar, doença infecciosa grave e algumas vezes fatal. Já se vão quase quatro anos que saí de lá, mas ser lembrado por um trabalho feito sempre nos satisfaz. E é para isso que estou aqui. É isto que paga o preço de minha saudade.

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