Conversando nas comunidades: muita lucidez

Conversamos em cada comunidade para que os próprios indígenas auxiliem na identificação dos problemas.

IMG_3001 Reunião em Caraparu IV

Escuto opiniões bastante lúcidas:
– A religião atrapalhou a gente, pois os padres e pastores diziam que o pajé “era coisa do diabo”. Aí o que aconteceu? Em muitos os lugares ninguém sabe mais como fazer para curar o parente.
– Nós não podemos comer estes alimentos congelados, este frango “que já está morto há tanto tempo que a gente nem sabe”.
– A “sacolinha” não resolve a questão indígena. O beneficio que queremos é incentivo a agricultura.
– Tem alguns parentes que bebem muito. A pessoa que bebe se mata pela boca igual peixe. Quando está “na bebida” tem palavra forte para falar, aqui na reunião não fala nada.

Este post faz parte das Impressões Integrais 72

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2 comentários em “Conversando nas comunidades: muita lucidez”

  1. Este comentário vai aqui à guisa de ALERTA contra o que, pessoas alheias às comunidades e costumes ribeirinhas, indígenas ou não, têm dizimado e metamorfoseado, em nome de outras culturas e religiões que só desvirtuam tradições, rituais, auto-sugestão e flashes psíquicos de alta importância para a hereditariedade ou ato iniciático de um descendente especial da família. Esses antigo jesuitas, franciscanos etc. são até hoje guardiães de tabus, mezinhas, ritos e rituais, até mesmo ritos da puberdade, hoje esquecidos porque considerados indecentes, sexuais, diabólicos etc. quando em verdasde eles é que estavam entrando numa diabólica deformidade que hoje os tornou e torna pedófilos, gays, apócrifos aos seus ritos ecumênicos que também esqueceram. Querem uma idéia? Perguntem a qualquer autoridade religiosa em várias de suas modalidades, que significado tem ou já tiveram para os indígenas, o uso de meias para mulheres e homens, hoje reduzida ao uso masculino de meias apenas em rituais extremamente íntimos qwe eles não executam em público, ou que apresentam em público mas com a mente voltada para uma tendência machista dos ritos de guerra e das lutas como o HUKA-HUKA xinguano representantivo de um fenômeno ESPECIALÍSSIMO ligado à morte e a beatificação de personalidades únicas dentro da tribo. Perguntem e recebam as mais mentirosas respostas, quer por vergonha de não saberem ou por corporativismo de esconderem a verdade e aquilo que não desejam venha a ser divulgado. Hipócritas cada vez mais acentuados!!!

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