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Finalizando o Jamboree…
Em Itaipu, onde foi realizado o acampamento, conhecemos a Usina, com seu tamanho de gigante, obra do esforço titânico de brasileiros e paraguaios e que mostra a nossa competência e nos faz orgulhosos de sermos brasileiros.
Na festa para o staff (assim é chamado o pessoal que trabalha), animação completa com música ao vivo até a madrugada. Ninguém parou de pular, de dançar, e quando os músicos se cansavam, sempre tinha alguém pronto para cantar um canção ou colocar todos para dançarem. E, só por curiosidade: animação total, mas zero de álcool. Quem disse que só se tem festa animada se tem cerveja?
Encontros como este são também oportunidades de encontrarmos amigos de anos, de décadas e de fazermos os mais novos velhos amigos. Muitos se encontram uma vez a cada um ou dois anos, mas é como se a distância do tempo fosse pouco mais de uma semana. O Escotismo proporciona a magia de fazermos com facilidade única os mais novos velhos amigos.
Um dia de folga, um dia de passeio e uma semana de trabalho. Por que tanto esforço? Vale a pena? A resposta vem quando pergunto para o Sabá, escoteiro de 14 anos que acabou de se despedir de mim no aeroporto, sobre o que gostou mais: “Tudo! Foi a melhor coisa que fiz na vida!” E eu fiz parte disso.
Boa semana, ou, como dizemos, Sempre Alerta!
Altamiro, escoteiro desde 1980
3 comments 3 Março, 2009
Rumo as Cataratas do Iguaçu
Como eu disse, toda programação, estrutura e trabalho é feita por voluntários em uma semana de trabalho, que, em muitos casos como do cirurgião-dentista Roberto, de Chapecó é o início de sua semana de férias, e para outros, como para o educador físico Pery, de Goiânia, a semana de folga ansiosamente aguardada. E como toda semana de trabalho dá direito a um dia de folga, os voluntários tem um dia para passeio diurno e uma festa a noite. Na folga o roteiro é inesquecível: Foz do Iguaçu.
Gente,é muita, muita, muita água nas Cataratas. E como no segundo dia do acampamento fomos brindados com o maior volume de chuva em um único dia na região há mais de dez anos, foi suficiente para, não só alagar muitas barracas, como também para que o Rio Iguaçu estivesse com muita, muita, muita, muita, muita água! E lá fomos nós, não apenas vislumbrar esta que é, com certeza uma das sete maravilhas da natureza, caminhando por uma trilha em meio a borboletas e quatis, como também encarar de perto, e por baixo, para conferir o volume de água. O passeio as cataratas é bacana, é legal, é ótimo, é sensacional, é superlativo o bastante para que torne impossível qualquer descrição. Posso dizer, contudo que foi o chuveiro mais alto que já experimentei e que o banho foi completo, pois o barco fica alagado, e o piloto é mais veloz do que o Barrichelo, fazendo com que a emoção da adrenalina se somasse a emoção do deslumbramento. Pausa para os aplausos ao Criador, pois lá ele caprichou muito: Clap! Clap! Clap! Clap!
O tempo não era o melhor do mundo… mas olha lá o mirante! Na beira do mundão de água.
1 comment 26 Fevereiro, 2009
Jamboree escoteiro – espaço de fazer coisa diferente. Oportunidade única para os jovens
Esta “equipe de programa”, da qual fiz parte, ao longo de um ano planeja tudo que será feito pelos jovens: dos passeios (afinal, a viagem de barco até as Cataratas do Iguaçu, mas do que um bom banho, é adrenalina e emoção garantidas), as atividades responsáveis por manter as mentes ocupadas. A ordem é não ter tempo para o ócio. Assim os jovens alternam passeios com atividades divididas em quatro grandes grupos. Nas “manualidades” constroem bancos de madeira, utilizam biscuit e argila para dar forma aos mais diversos objetos, criam enfeites com sementes e estampam suas próprias bandanas. Na “aldeia global de desenvolvimento” pintam com as bocas e pés, percorrem caminhos de cadeiras de roda, discutem alternativas para a paz e aprendem como cuidar de sua postura e evitar problemas ortopédicos. Em “sustentabilidade” constroem fornos solares, sistemas de aquecimento de água e aprendem até a utilizar alimentos alternativos na cozinha. Depois de um dia de atividade, um bom banho, um bom jantar e… mais atividades. No festival do folclore os jovens apresentam um pouco da cultura de seus estados e são protagonistas de um espetáculo de som e animação: do carimbó paraense, as lendas do Maranhão; do forró do Ceará a dança da marreca de Blumenau, do samba carioca as danças gaúchas, todos se misturam com animação única. Como uma noite é pouca, há a Feira das Cidades, onde cada um leva o que é mais representativo de sua terra de origem: folderes, pôsteres, artesanato e música ambientam o campo, por onde os escoteiros passeiam conhecendo o novo e aprendendo novos sabores: da cajuína de Teresina a cocada de Salvador, do chimarrão de Pelotas a bananada de Morretes. Do doce de cupuaçu ao inesquecível Guaraná Jesus de São Luiz, o “guaraná cor de rosa”.
Pintando com a boca os jovens percebem as dificuldades de quem é diferente. Aprende-se respeito.
Festival do Folclore… o pessoal da platéia dançando a Dança da Marreca, de Blumenau – SC
Add comment 21 Fevereiro, 2009
Escoteiros e Júlio Verne
Add comment 12 Dezembro, 2005
Impressões dos "Arraiá" de BC
Add comment 18 Junho, 2005
Olha a rifa!!!
Add comment 15 Maio, 2005
Impossível acampar por aqui
Add comment 30 Abril, 2005







